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Prof. Dr. Ysao Yamamura

Medicina Tradiconal Chinesa

Descobertas inéditas e grandiosas da Acupuntura são validadas como ciência no Ocidente

A descoberta desse extraordinário conhecimento e ciência que trata e cura pessoas há mais de quatro mil anos, tem um precursor valente e responsável pela disseminação e validação no Brasil: o Professor Doutor Ysao Yamamura, fundador do Center AO, faz a vida valer a pena a cada segundo, enquanto o tempo também caminha a seu favor. Com 75 anos de idade, goza de plena saúde, e continua investindo total energia no desenvolvimento de outros profissionais e no tratamento de milhões de pessoas através das técnicas milenares da Acupuntura.

Dr. Ysao é aquele tipo de médico que todos procuram para compreender e identificar a origem das suas dores e doenças. Com paciência, conhecimento e tarimba orientais, ele investiga as queixas de seus pacientes, observando e examinando, literalmente, cada um deles, da cabeça aos pés. Detalhes que poderiam passar desapercebidos para muitos profissionais da saúde, para ele servem como mapa que evidencia pistas essenciais para um diagnóstico assertivo.

Premiado, internacionalmente, por inúmeros trabalhos científicos que quebram paradigmas e crenças, o Prof. Dr. Ysao Yamamura é Professor Associado Livre Docente e Chefe do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Entre as novidades associadas aos tratamentos através da Acupuntura, destaca-se também a Acupuntura Estética, eficaz para tratar rugas, manchas, gorduras localizadas e até para levantamento de mamas. Dr. Ysao explica que novas técnicas de Acupuntura estão sendo usadas no Pronto Atendimento de Acupuntura, sem falar da eficiência do tratamento das emoções como cura e prevenção de muitas doenças e males físicos, para as quais utiliza-se o Qi Mental, um conjunto de técnicas que avalia a energia das pessoas e os pontos energéticos que apresentam desequilíbrio ou que precisam ser tratados para restaurar a harmonia e o bom funcionamento do organismo.

Qi Mental – a ponte de ligação com as emoções

O trabalho com as emoções tem se mostrado eficiente na cura de dores e doenças, como também tem revelado, entre tantas outras novidades, a origem de más formações em crianças. Graças às pesquisas e estudos que Dr. Ysao vem realizando, juntamente com sua equipe, ele explica que essas más formações podem ser causadas por emoções que as mulheres sentem, mesmo antes de saberem que estão grávidas. “Quando a mulher sabe que espera um bebê, ela toma mais cuidados, porém no período que vai da fecundação até ela saber que vai ser mãe, os cuidados não são os mesmos, e muitas não tomam cuidado algum”.

Ele relata que tem visto, com frequência, crianças com problemas de má formação, decorrentes do estado emocional de mulheres que enfrentam situações de sofrimento, conflito e estresse, em função de brigas com seus parceiros ou outras pessoas da família, que acabam por gerar sentimentos como raiva, revolta, medo, vontade de morrer. Quando esses sentimentos afloram no período em que o feto está em formação, antes mesmo do diagnóstico de gravidez, podem surgir malformação congênita do coração, da coluna vertebral e dos rins”.

Ele cita a asma e outros problemas que podem decorrer desse processo, como consequência das emoções vividas pela mulher em início de gestação. Ele e sua equipe vem coletando dados e estudando esses tipos de casos a fim de que os médicos do futuro aprendam sobre como evitar essas doenças, inclusive disponibilizando mais informações para as mulheres, e não apenas tentando curar doenças já estabelecidas.

Acupuntura ainda será uma disciplina da Medicina

É fato que a medicina como a conhecemos hoje, deriva da cultura ocidental moderna que pouco leva em consideração os aspectos emocionais do indivíduo, concentrando-se apenas em curar a dor, sem tempo e conhecimento para investigar suas causas, o que tem sido, segundo o Prof. Dr. Ysao, o maior empecilho para fazer da Acupuntura uma Disciplina da Medicina – “Isso se faz necessário porque não podemos agregar-nos à outras disciplinas, uma vez que tratamos o indivíduo, desde antes de seu nascimento até a velhice”. Ele afirma que ainda há questões políticas a serem vencidas para tornar a Acupuntura uma disciplina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), mas muitos já reconhecem a contribuição da Medicina Chinesa e da Acupuntura para a cultura médica ocidental”.

A teoria das emoções não se restringe, atualmente, à Medicina Chinesa. Ela compõe toda a gama de estudos da Neurociência, Psicologia, Neurolinguística e de muitas outras vertentes científicas, advindas dessas ciências que estão em pauta há décadas, mas somente agora, sabe-se que além das emoções, o que comemos e bebemos, influi diretamente no nosso comportamento emocional, podendo originar doenças graves e crônicas.

Dr. Ysao reafirma que na China, esse conhecimento tem mais de 4 mil anos, embora os fatores emocionais daquela época fossem bem diferentes dos de hoje. “Na verdade, embora naquele tempo eles já soubessem que as emoções são fatores que podem causar doenças, hoje nós damos muito mais valor ao estado emocional passado e presente do paciente. Acredito que daqui mais dez ou vinte anos a maioria dos médicos já tenha se conscientizado de como é importante tratar o ser humano por inteiro”.

Como a mente auxilia o corpo na Acupuntura

Para compreender a abordagem emocional da doença na Acupuntura, Dr. Ysao esclarece que ao inserir a agulha no corpo do paciente, o estímulo vai para o sistema nervoso, dentro da área do sistema límbico, que por sua vez, libera os neurotransmissores que fazem efeito no corpo. “É uma via de mão dupla, explica, – as agulhas ajudam e a mente também. A Acupuntura sozinha não resolve problemas emocionais, mas a cura acontece se houver o auxílio e a interação da mente”.

Emoções como a raiva, por exemplo, tem ligação intrínseca com as dores. Dr. Ysao cita um exemplo muito claro: “Se você briga com alguém e quer bater nessa pessoa, e não pode, começa a doer o braço. Se fica com raiva e não desabafa, ou se resigna, vêm as doenças dos órgãos como coração e fígado. O sentido que a mente deu para essa emoção – a raiva, é que vai trazer a doença”.

Na área da pediatria, as analogias das doenças com as emoções são ainda mais pungentes. Dr. Ysao esclarece que quando a criança é rejeitada desde a vida intrauterina, ela pode reagir de duas maneiras: ou se revolta contra a rejeição ou se submete. Daí surge a personalidade “boazinha” ou a “revoltada”. Ele complementa dizendo que no caso das ‘boazinhas’ que se submetem à rejeição, mostram-se no decorrer da vida como indivíduos que sempre pensam nos outros e nunca pensam em si mesmos. Um contrassenso físico, emocional e espiritual, pois a pessoa que não ama a si mesma, não consegue amar o outro. É uma ironia.

A Escola Paulista de Medicina tem aberto espaço para inovação nesse sentido, e vem apresentando resultados surpreendentes. Ao contrário de outras instituições que ainda se mantém herméticas aos novos conhecimentos da existência e saúde humana, a  Escola Paulista de Medicina já abriu há tempos atendimento em homeopatia, fitoterapia e muitas outras terapias alternativas com eficiência comprovada, inclusive, na prevenção de doenças.

Apesar de já ser disponibilizada há quase 30 anos nos serviços públicos de saúde, somente agora o Ministério da Saúde incluiu, oficialmente, a Acupuntura na lista de práticas integrativas e complementares (PICs) oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além da medicina tradicional chinesa, outros seis novos tratamentos ficam à disposição do público: arteterapia, meditação, musicoterapia, naturopático, e sessões de tratamento osteopático, quiroprático, além do Reiki.

A história de um homem dedicado à Medicina

Nascido na cidade de Apucarana, no Paraná, em 1942, quando era apenas um vilarejo, Dr. Ysao era o caçula de 7 irmãos e filho de pais imigrantes do Japão que vieram ao Brasil trabalhar na lavoura. Ainda um meninote, como se costumava dizer, destacou-se por sua dedicação aos estudos e foi um dos três eleitos de sua turma para estudar na cidade de São Paulo. Isso só foi possível também, porque embora o sonho de seus pais fosse retornar ao Japão, o projeto teve de ser esquecido frente à deflagração da II Guerra Mundial.

Como era de costume na época, suas irmãs foram educadas para serem boas esposas e donas de casa, em contrapartida, ele e os dois irmãos seguiram rumo à universidade com profissões predefinidas pelos pais. Sua mãe sempre acreditou que Dr. Ysao deveria seguir a carreira da medicina, enquanto agronomia e engenharia ficaram a cargo dos outros dois.

Ao chegar na metrópole que mais parecia um gigante para o menino do interior, com suas vestes tingidas da cor vermelha das terras do Paraná, depois de um percurso exaustivo de 24 horas de trem, de cara já teve de enfrentar a gozação dos habitantes da cidade chuvosa. Até o dinheiro que tirou do bolso para pagar o táxi estava rubro de terra, o que obviamente foi motivo de gozação por parte do taxista.

Nesse mesmo dia, quando teve a oportunidade de vislumbrar pela primeira vez, prédios enormes e cinzas, profetizou a si mesmo – Hei de vencer nessa cidade. Com esse espírito chegou na pensão, onde se hospedaria no Bairro da Liberdade, ingressaria no Colégio São Paulo de Piratininga, e seguiria para uma das mais conceituadas faculdades – a Escola Paulista de Medicina, em 1962.

Construção do caminho até a Acupuntura

A vida de estudante não foi fácil, ainda mais por ter de enfrentar a ‘muquirana’ dona do pensionato que só lhe servia arroz, feijão e uma sopa de osso bem ralinha. Proteínas, carnes, ou frutas e verduras, nem pensar. A pobre dieta fez o estudante universitário mudar-se para uma república, onde todos os sete integrantes do local, estudavam e cozinhavam para si mesmos.

Sempre muito tímido, principalmente pelo modo como japoneses e italianos eram tratados no pós-guerra, acabou ficando meio isolado, e ao invés de bater uma bola com os colegas, se interessava mais por anatomia, disciplina da qual tornou-se monitor da turma e que gosta de ensinar até hoje.

Ao perceber que era capaz de fazer alguma coisa útil e valorizada, sentiu-se mais seguro, o que facilitou, inclusive, realizar os partos na Casa Maternal, oportunidade concedida por um de seus professores, logo no terceiro ano da Medicina. Mesmo assim, não foi com a obstetrícia sua maior afinidade no momento de escolher a área em que faria a Residência, e sim com a ortopedia, que lhe parecia mais objetiva, no sentido de que ‘quebrou – conserta’.

Como único residente na época, tornou-se assistente do Prof. Marino Lazareschi, com quem aprendeu a meticulosidade das cirurgias e exames clínicos.  Durante esse período enriquecedor, principalmente, do ponto de vista das descobertas, Dr. Ysao desperta para a propedêutica, uma palavra pouco pronunciada no meio comum, mas de extrema valia em seu significado. Propedêutica é justamente o conjunto de procedimentos pelos quais um paciente é examinado, evidenciando sinais e sintomas, com a finalidade de se chegar a uma hipótese diagnóstica.

Mesmo naquela época, havia pouca investigação clínica, e ele ansiava por saber mais sobre o aparecimento de dores inexplicáveis. Pensava sobre possíveis hipóteses, por exemplo, para dores no pescoço e no braço. Chegava a supor se não seria aquelas dores, consequência de dormir de mau jeito. Mas tudo ainda estava na esfera das possibilidades e observações.

As crianças que reclamavam de dores nos joelhos, ele pensava se não teria íntima relação com a fase de crescimento. Considerava improvável o indivíduo deitar bem e levantar-se com dor, afinal ele já sabia que temos um mecanismo durante o sono que, se a dor aparece, automaticamente, nosso corpo muda de posição.

Foi assim que começou a questionar os porquês de dois pacientes que ele havia operado de hérnia de disco lombar, sendo que ambos estavam nas mesmas condições do exame clínico, e que, no entanto, um se recuperara com sucesso e o outro continuara com as mesmas dores. Na empreitada de descobrir o que havia de errado com o tratamento, observou que o problema não era o tratamento em si, e sim os pacientes que eram diferentes. E mais, o que fazia um paciente ser diferente do outro era seu estilo de vida e suas emoções.

Contraponto do quebra-cabeças da Medicina 

A partir dessa tese muito provável, começou a buscar soluções e iniciou sua longa jornada adentro da Medicina Chinesa e Acupuntura. Sua esposa (já falecida) enfrentou sérios problemas de saúde. Depois de muitas idas e vindas a diferentes médicos, começou a tratar-se com um coreano imigrante. Dr. Ysao notou que suas explicações a respeito dos problemas de saúde de sua esposa tinham lógica, e durante três anos, dedicou-se a estudar e analisar os conhecimentos daquele coreano.

Estudar o assunto não era uma tarefa fácil, porque nos anos oitenta, não havia acesso à literatura médica chinesa, e a saída foi solicitar aos amigos que viajavam ao exterior para trazerem livros de medicina chinesa.

Graças à sua inesgotável curiosidade, encontrou na Acupuntura as explicações que a medicina ocidental não era capaz de lhe dar. Fascinação é a palavra que descreve noites a fio em suas ricas descobertas, até perceber em suas leituras e investigações literárias, que a dor não era proveniente, em muitos casos, de um mal jeito, e sim do sofrimento interno que podia ser notado ao olhar a pessoa com mais acuidade. Portanto, a causa de muitas dores de pacientes que ele atendia, era emocional.

Para dificultar sua aquisição de conhecimento sobre esse universo, também não havia cursos de acupuntura no Brasil e quem praticava a especialidade eram pessoas não formadas em medicina. A solução, então, foi adquirir os livros e criar, aos poucos, uma extensa biblioteca, que de uma maneira autodidata, Dr. Ysao passou a estudar e a praticar a Acupuntura.

Depois de alguns anos de estudo, começou a dar aulas para os colegas, até que em 1992, quando o Professor Laredo assumiu o Departamento de Ortopedia da Escola Paulista de Medicina, surgiu a oportunidade de conversarem sobre Acupuntura, sendo surpreendido com o convite para ministrar um curso que mais tarde, resultaria na inauguração do ambulatório de Acupuntura na Escola Paulista de Medicina.

A iniciativa mostrou-se tão bem-sucedida que o atendimento realizado uma vez por semana, estendeu-se para todos os dias.

Conselho Federal de Medicina reconhece a Acupuntura como Especialidade Médica

Sob a batuta habilidosa e visionária do Prof. Laredo, Dr. Ysao foi cursar o mestrado, um sonho acalentado durante muito tempo, mas que parecia longínquo, mediante suas possibilidades. Porém, com a dedicação e foco que sempre lhe foram peculiares, além da ênfase do amigo ao afirmar com todas as letras que ele seria capaz, assim aconteceu. Em apenas um ano, Dr. Ysao conquistou o título de mestre. E não parou por aí, pois como quem enxerga o potencial de um ser humano, o Professor Laredo propôs outro desafio – o doutorado – que Dr. Ysao também concluiu depois de mais um ano de estudos incessantes.

Como é que é? Livre docência, agora? Exatamente. O médico já reconhecido e com espírito de estudante voraz não podia acreditar que havia mais uma etapa a cumprir. Diga-se de passagem, elas nunca terminam para quem se sente vivo. Continuando… Chegara a hora da Livre Docência, e em 2002, com a vitalidade e confiança do Professor Laredo como aliados, Dr. Ysao torna-se Livre Docente, com a devida gratidão ao amigo, a quem atribui o mérito de trazer o setor de Acupuntura para a Congregação Médica. Algo que muitos colegas nem sabiam que representava um importante pilar de desenvolvimento e conhecimento para a Medicina.

Escola Paulista de Medicina na vanguarda da inovação

O setor de Acupuntura da Escola Paulista de Medicina conta com um laboratório de pesquisa, criado pelo Professor Laredo, como algo inédito no mundo ocidental. “Para criarmos o Pronto Atendimento de Acupuntura, o laboratório de pesquisa foi a base de estudos para mostrar a validade da Acupuntura, com inúmeros artigos e pesquisas publicadas e ampla repercussão no exterior, conferindo visão científica e aprovação pelo Conselho Federal de Medicina que em 1995 a reconheceu como Especialidade Médica”, conta Dr. Ysao.

Com essa iniciativa, os alunos de graduação em Medicina passaram a se interessar cada vez mais pela Acupuntura e acabaram por formar a Liga Acadêmica de Acupuntura – um núcleo acadêmico que trouxe sustentabilidade à Disciplina Eletiva de Acupuntura e recebe estudantes de todo o País.

Hoje existe Acupuntura em outras faculdades e hospitais, que embora sejam setores menores que o da Escola Paulista de Medicina, são também protagonistas dessa especialidade que não pára de crescer e de se desenvolver.

Palavras do coração do Mestre da Acupuntura

“Não posso dizer que a Acupuntura seja um reencontro com minhas raízes, porque na minha infância sofremos opressão e preconceitos que impediram que eu me conectasse com essas raízes. Mas acredito que todos tenhamos uma herança ancestral, e talvez por causa dessa herança eu tenha me tornado mais intuitivo e menos mecanicista. Talvez essa crença venha do fato de que meus pais eram budistas, mas sendo japoneses, numa época de tantos conflitos, não podiam se reunir para professar suas crenças e rituais.

Criado sem religião até os 15 anos, eu era ateu e isso também foi motivo de vergonha para mim, pois na escola havia aulas de catecismo, apenas para quem era católico. Então, aos 16 anos, fui batizado na Igreja Católica. Hoje sou católico, mas não professo, porém acredito em Deus que está dentro de cada um de nós, e cada um pode acreditar no Deus que quiser, seja no Deus de Jesus Cristo, no de Maomé ou no de Buda.

Prof. Dr. Ysao Yamamura e Dalai Lama
Prof. Dr. Ysao Yamamura e Dalai Lama

O ideal é que atinjamos a iluminação para ficar em    paz conosco, com nossos semelhantes e com a humanidade. Vejo um futuro favorável e  precisamos incorporar e ensinar os preceitos mais  importantes da Medicina Chinesa, que é uma  Medicina de 4 mil anos. Se pensarmos bem, dentre  as medicinas antigas é a única que sobreviveu.  Outras desapareceram e, talvez, não tivessem um  substrato tão firme para perdurar. Ademais as  pessoas estão ficando cansadas de tanta tecnologia,  tanta mecanização, e dos efeitos colaterais dos  remédios.

Hoje se procura uma coisa menos agressiva e a Medicina Chinesa é a única que vem atender a esses anseios. Fico admirado ao ver que hoje em dia alguns médicos nem colocam a mão no paciente para examiná-lo, restringindo-se a exames, exames e mais exames, tornando a relação médico-paciente uma coisa tão impessoal. Pergunto-me se a educação médica, atualmente, está sendo adequada.

Tenho duas filhas, a Dra. Márcia que se formou aqui na Escola Paulista de Medicina como médica pediatra e me ajuda nos meus cursos de acupuntura. No ano passado ela teve um bebê. Ganhei um netinho – o Yohan. Minha outra filha é odontóloga pela UNIP.

Creio que quando minhas filhas eram pequenas, não dei a elas a atenção necessária, talvez por imaturidade, medo, excesso de trabalho, de plantões. A vinda do meu neto é uma segunda chance.

Minha esposa faleceu com câncer de boca. Foi um sofrimento de dezessete anos e isso me influenciou muito, no sentido de procurar descobrir algo que pudesse tratar o ser humano antes da doença aparecer. É horrível para um médico ter um doente na família e não poder ajudar. A impotência leva a um estado depressivo, e isso foi complicado, pois me trouxe problemas sérios no rim. Tive que fazer um transplante renal. Tive pressão alta. Tudo isso originado pelo meu estado emocional. Por isso hoje faço tanta questão de estar mais próximo da minha família, do meu netinho.

Além da minha família, a coisa mais importante da minha vida é a Escola Paulista de Medicina. É minha maior realização pessoal e, principalmente, profissional. Creio que se não tivesse encontrado toda a abertura que encontrei aqui, hoje seria um ortopedista insatisfeito, brigando com os doentes. Ou poderia até mesmo ser um acupunturista escondido, sem poder ensinar, e eu adoro ensinar.

A Escola Paulista de Medicina me deu todas as oportunidades que precisei e tenho certeza de que ainda vai realizar o desejo que tenho de ver a Acupuntura transformar-se numa Disciplina.

A Escola também me permite divulgar nosso trabalho em outros países. No ano passado ganhamos o primeiro lugar com um trabalho desenvolvido aqui. Tenho também implantado vários serviços de Acupuntura em outras faculdades de Medicina com grupos de intercâmbio de Maceió, Fortaleza, Salvador, Mogi das Cruzes, São José do Rio Preto, Bragança Paulista e de outras cidades. Sinto que estou colaborando para que a UNIFESP seja cada vez mais reconhecida e, além disso, é gratificante ver o nosso trabalho servir de base para ajudar tantas pessoas.”

MAIS DE 6000 MÉDICOS

Acupunturistas formados pelo Center AO

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